Um novo ciclo a cada ano

Por Monique Lôbo
O Prêmio Braskem de Teatro, então chamado de Troféu Bahia Aplaude, foi criado em 1993. Composto por seis categorias, reuniu concorrentes de montagens apresentadas no primeiro e segundo semestre do ano e realizado em 2004.

1994


Nilda Spencer é Homenageada (Foto Marcio Costa e silva/Arquivo correio)

Os indicados do primeiro semestre foram A Bofetada (Acontecimento Teatral) e Sônia Rangel (Figurino e cenografia de Merlin) para a categoria Destaque; Aninha Franco (Oficina Condensada) e Cleise Mendes (Noites Vadias) para o troféu de melhor Autor; Frank Menezes (A Bofetada) e Lúcio Tranchesi (Merlin ou A Terra Deserta) para melhor Ator; Maria Menezes (Bróder, uma Odisséia Fantástica) e Rita Assemany (Oficina Condensada) para melhor Atriz; Carmen Paternostro (Merlin) e Fernando Guerreiro (Dona Flor e Seus Dois Maridos) para o prêmio de melhor Diretor; e as montagens Bróder, Uma Odisséia Fantástica e Merlin ou A Terra Deserta na disputa por melhor Espetáculo.

Já no segundo semestre, a lista de indicados continha Eduardo Tudella (Iluminação de O Zoológico de Vidro) e Gilson Rodrigues (Cenografia de Dendê & Dengo) para o prêmio de Destaque; Carlos Petrovich (Canudos: A Guerra do Sem Fim) e Harildo Deda (A Donzela Casadoira) no páreo para melhor Ator; Iami Rebouças (Dendê & Dengo) e Yumara Rodrigues (O Zoológico de Vidro) para melhor Atriz; Carmen Paternostro (Dendê & Dengo) e Luiz Marfuz (O Casamento do Pequeno Burguês) concorrendo a categoria de melhor Diretor; e Dendê & Dengo e O Zoológico de Vidro integrando o certame de melhor Espetáculo. A missão de definir os melhores do ano ficou nas mãos da comissão de julgadores formada por Clodoaldo Lobo; Carlos Nascimento; Claudius Portugal; Lia Mara; Carlos Ribas.

Além da entrega dos prêmios, a cerimônia referente aos indicados de 1993 – que teve direção de Armindo Bião – contou com uma encenação realizada pelas atrizes Rita Assemany, Regina Dourado e Ilmara Rodrigues, dirigida por Paulo Dourado e escrita por Elias Franco. Os grandes vencedores da noite foram as peças A Bofetada, que ganhou como melhor Destaque, e Merlin ou A Terra Deserta, que levou o troféu de melhor Espetáculo. Aninha Franco se consagrou melhor Autora e Carmen Paternostro, melhor diretora. Já o prêmio de melhor ator foi para as mãos de Frank Menezes. E Rita Assemany conquistou o título de melhor Atriz.

A ilustre presença dos atores Paulo Autran e Nilda Spencer abrilhantou ainda mais a primeira edição do projeto. Os dois foram as personalidades homenageadas pelo evento. Essa honraria dedicada a celebrar os profissionais que marcaram a história do teatro nacional se tornou uma tradição em todas as edições que se sucederam.

1995


Troféu Bahia Aplaude para Harildo Deda e Fernando Marinho (Foto divulgação)
No ano seguinte foi a vez de Saja Ramos, Mário Gusmão, Eneida Leal, Vera Violeta e Mário Gadelha julgarem os selecionados para a disputa das categorias Destaque, Melhor Autor, Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Atriz e Melhor Espetáculo. Ainda com os candidatos selecionados por semestre, o prêmio teve no primeiro semestre Cláudio Simões (Concepção e realização de Dias 94) e Eliana Pedroso e Edna Pereira (Produção de Os Cafajestes) concorrendo para Destaque; Cleise Mendes nomeada para a categoria de Melhor Autor; Frank Menezes (Puxa Vida!) e Osvaldo Mil (Castro Alves e Os cafajestes) para melhor Ator; Elisa Mendes (Castro Alves) e Joana Schnitmann (Puxa Vida!) para melhor Atriz; o trio formado por Celso Jr, Teresa Costalima e Cláudio Simões (Puxa Vida!) indicados para melhor Diretor; e Bróder, Uma Odisséia fantástica e Merlin ou A Terra Deserta para melhor Espetáculo.

Já os nominados do segundo semestre foram Ana Rúbia de Melo (Produção de Adé Até... Teatro de Imagens Musicais) e Grupo de Teatro Olho de Boi (pelo trabalho do grupo) para o prêmio de Destaque; Cláudio Simões (Quem matou Maria Helena?) para melhor Autor; Frank Menezes (Quem Matou Maria Helena) e Wilson Melo (Horário de Visita - Quatro Peças de Um Ato) na disputa por melhor Ator; Alethea Novaes (Vermelho) e Clécia Queiroz (Adé Até... Teatro de Imagens Musicais) no certame por melhor Atriz; Fábio Lago (Otelo) e Teresa Costalima (Vermelho) para melhor Diretor; e Adé – Até... Teatro de Imagens Musicais que entrou no páreo para melhor Espetáculo.

A cerimônia, que mais uma vez foi dirigida por Armindo Bião, premiou Claudio Simões como Destaque; Cleise Mendes como melhor Autor; Osvaldo Mil como melhor Ator; Clécia Queiroz como melhor Atriz; o trio Teresa Costalima, Cláudio Simões, Celso Jr como melhor Diretor; e Adé – Até... Teatro de Imagens Musicais ficou com o troféu de melhor Espetáculo do ano. Nesse ano, o prêmio – que ainda se chamava Troféu Bahia Aplaude – brindou a carreira e obra da atriz e diretora Marília Pêra e da atriz e autora Jurema Penna.

1996


Isabel Gouveia participa de número performático (Foto Arquivo TCA)

Em 1996, foi a vez de Bibi Ferreira, a dama do teatro brasileiro, ser uma das homenageadas da cerimônia de premiação. Além dela, a atriz e diretora Yumara Rodrigues também teve sua carreira celebrada durante o evento. Armindo Bião assinou pelo terceiro ano consecutivo a direção da solenidade que, nesse ano, ganhou mais uma categoria: a de melhor Espetáculo Infantil.

No primeiro semestre, os indicados foram Priscila Bellotti (Criação dos figurinos e máscaras de Os negros) para a categoria Destaque; Deolindo Checcucci (Um corte no desejo) e Elisio Lopes (O mistério do Chiclete Grudado) para melhor Autor; Fernando Marinho (As Noviças Rebeldes) e Wilson de Santos (As Noviças Rebeldes) para melhor Ator; Alethea Novaes (A Escola de Mulheres no Balanço do Reggae) e Cristina Rodrigues (Sambas e Tradições) para melhor Atriz; Paulo Cunha (Cabaré Brasil) na disputa por melhor Diretor; As Noviças Rebeldes “Nunsense” e Cabaré Brasil concorrendo à categoria agora chamada de melhor Espetáculo Adulto; e O Mistério do Chiclete Grudado sendo o primeiro concorrente ao estreante prêmio de melhor Espetáculo Infantil.

Osvaldo Rosa (Concepção estética de Prisão de Ventre), Irma Vidal (Iluminação de Otelo) e Euro Pires (Cenário de Na selva das cidades) foram os concorrentes que ingressam à disputa de Destaque no segundo semestre. Além deles, Bertho Filho (Cacilda) e Luís Sérgio Ramos (Um Prato de Mingau para Helga Brown) também foram selecionados para melhor Autor; Fernando Fulco (Na Selva das Cidades) e Gideon Rosa (Na Selva das Cidades) para melhor Ator; Evelin Buchegger (Otelo) e Zeca de Abreu (Um Prato de Mingau para Helga Brown) para melhor Atriz; Fernando Guerreiro (Vereda da Salvação), Carmen Paternostro (Otelo) e Deolindo Checcucci (Na Selva das Cidades) para melhor Diretor; Na Selva das Cidades e Otelo para Espetáculo Adulto; e O Jardim das Abelhas; Os Saltimbancos para Espetáculo Infantil.

Lia Robatto, Haydil Linhares, Álvaro Guimarães, Carlos Petrovich e Evelina Hoisel integraram a comissão julgadora que elegeu Osvaldo Rosa como Destaque; Luis Sérgio Ramos como melhor Autor; Fernando Marinho como melhor Ator; Zeca de Abreu como melhor Atriz; Deolindo Checcucci como melhor Diretor; e os espetáculos Na Selva das Cidades (adulto) e O Mistério do Chiclete Grudado (infantil) como os melhores do ano.

1997


Luiz Marfuz assume a direção da cerimônia de premiação pela primeira vez em 1996. Nessa edição, o prêmio rendeu homenagens a obra dos atores baianos Mário Gusmão e Wilson Mello e a dramaturga e atriz Denise Stoklos. A comissão que selecionou os indicados e os vencedores do ano foi formada por Myrian Fraga, Jacques Beauvoir, Maria da Conceição Paranhos, Chico Mazzoni, Zoila Barata. Os nomes escolhidos no primeiro semestre foram Eduardo Tudella (Iluminação de Noite Encantada e As meninas) e Sônia Rangel (Cenografia de O banquete de Alice) como Destaque; Cleise Mendes (Marmelada) e Claudius Portugal (Não Vamos Falar Nisso Agora) para a disputa de Autores; Carlos Nascimento (Noite Encantada) e Harildo Deda (Noite Encantada) para melhor Ator; Cristina Dantas (Hard Time) e Nadja Turenko (O Banquete de Alice) para melhor Atriz; e Noite Encantada para melhor Espetáculo Adulto e Pontapé para melhor Espetáculo Infantil. Fritz Gutmann (Efeitos especiais de A casa de Eros e O sonho) e o projeto Cuida Bem de Mim (Proposta de trabalho na formação da mentalidade produtiva e ativa da juventude) entraram no certame da categoria de Destaque no segundo semestre.

Também Deolindo Checcucci (Um dia, Um Sol) e Luís Sérgio Ramos (A Bússola de Úrsula) para melhor Autor; Vladimir Brichta (A Casa de Eros) e Edimilson Barros (Morre um gato na China) como Atores; Rose Anias (Fulaninha e Dona Coisa) e Evelyn Buchegger (Fala Comigo Doce Como a Chuva) como Atrizes; Deolindo Checcucci (Um dia, Um Sol) e Edmundo Cezar (Morre Um Gato na China) como Diretores; O Sonho; A Casa de Eros e Morre um Gato na China se juntam à competição pelo troféu de Espetáculo Adulto; e Um dia, Um Sol e Estórias de Bichos para a categoria de Espetáculo Infantil.

Na cerimônia, consagrou o projeto Cuida Bem de Mim como o Destaque do Ano e Edmundo Cezar como Revelação. Luís Sérgio Ramos ganhou a estatueta de melhor Autor, Carlos Nascimento de melhor Ator e Cristina Dantas de melhor Atriz. Já Ewald Hackler ficou com o prêmio de melhor Diretor do ano. Os espetáculos Noite Encantada (Adulto) e Pontapé (infantil) foram os ganhadores dessa edição.

1998


Luiz Marfuz seguiu na direção da premiação de 1997, em seu segundo ano consecutivo. Dessa vez, o evento laureou a carreira do ator e diretor sergipano Harildo Déda e da atriz e cantora paulista Cida Moreira.

Lia Robatto, Maria Eugênia Millet, Suzana Varjão, Theodomiro Queiroz, Ricardo Liper, Antônia Herrera selecionaram os candidatos Irma Vidal (Iluminação de Senhora dos Afogados) e Paulo Cunha (Cenografia de Senhora dos Afogados), no primeiro semestre, e Ayrton Heráclito e Haroldo Garay (Cenografia de Divinas Palavras) e Xangai e Elomar (Adaptação de texto de Divinas Palavras), no segundo semestre, para o prêmio de Destaque; João Sanches (O Buraco é Mais Embaixo) e Cláudio Simões (Abismo de Rosas), no primeiro semestre, e Elísio Lopes Jr (Auê, Um Programa Infantil) e Márcio Meirelles e o Bando de Teatro Olodum (Cabaré da Raça), no segundo semestre, para melhor Autor.

Para a categoria de Ator foram indicados Narcival Rubens (Don Juan) e Wagner Moura (Abismo de Rosas), no primeiro semestre, e Fernando Fulco (Medéia) e Cristóvão da Silva (Cabaré da Raça), no segundo semestre; já para concorrer a melhor Atriz, os nomes escolhidos foram Clécia Queiroz (Abismo de Rosas); Fafá Menezes (Assis Valente), no primeiro semestre, e Rita Assemany (Medéia) e Ana Paula Bouzas (Divinas Palavras), no segundo semestre; Fernando Guerreiro (Abismo de Rosas) foi indicado do primeiro semestre para o troféu de melhor Diretor e Nehle Franke (Divinas Palavras) e Carmen Paternostro (Lágrimas de um guarda-chuva) ingressaram na disputa do segundo semestre; as montagens Abismo de Rosas, indicada no primeiro semestre, Divinas Palavras, Medéia e Lágrimas de Um Guarda-chuva, indicados no segundo semestre, formaram o certame por melhor Espetáculo Adulto; e O Buraco é Mais Embaixo, selecionado no primeiro semestre, Tito, o Sonhador e Auê, Um Programa Infantil, escolhidos no segundo semestre, concorreram à categoria de Espetáculo Infantil.

Irma Vidal conquistou o troféu de Destaque e Cláudio Simões de melhor Autor. Narcival Rubens e Rita Assemany levaram para casa a estatueta de melhor Ator e melhor Atriz, respectivamente. Nehle Franke se consagrou melhor diretora de 1997 e as peças Divinas Palavras (adulto) e Auê, Um Programa Infantil (infantil) como as melhores produções em suas categorias. A surpresa da noite ficou por um troféu estreante na premiação, o de Revelação do ano. Essa categoria não teve indicados e quem levou o prêmio durante a cerimônia foi o ator Wagner Moura.

1999


Fernanda Montenergo é homenageada (Foto: Paulo Souza/Arquivo Correioo)

Na edição 1998, o projeto passou a se chamar Prêmio Copene de Teatro. A mudança não ficou somente no nome, a direção passou a ser assinada por Fernando Guerreiro, a categoria Espetáculo Infantil passou a ser infanto-juvenil, abarcando uma possibilidade maior de concorrente, e o prêmio de Revelação voltou a estar presente. Além disso, as indicações passaram a ser anuais e não semestrais como nas edições anteriores.

Entre elas, Miguel Carvalho (Figurino de A Ver Estrelas), Débora Moreira (Adaptação de texto de Clarices), Moacyr Gramacho e Nehle Franke (Cenário de Roberto Zucco) e Jarbas Bitencourt (Trilha sonora de Um tal de Dom Quixote) foram indicadas para Destaque; Paulo Henrique Alcântara (Lábios que Beijei) e Rô Reyes (Estórias de Amor) para melhor Autor; Lázaro Ramos (Ópera dos 3 Reais), Edimilson Barros (Angel City), Vladimir Brichta (Equus), Wilson Mello (Lábios que Beijei) para melhor Ator; Iami Rebouças (Mãe Coragem), Nilda Spencer (Lábios que Beijei), Yumara Rodrigues (O Círculo de Giz) e Maria Menezes (Isso Assim Assado no Inferno) para melhor Atriz; Márcio Meirelles (Um Tal de Dom Quixote), Fernando Guerreiro (Equus), Paulo Henrique Alcântara (Lábios que Beijei) e Nehle Franke (Roberto Zucco) para melhor Direção; Um Tal de Dom Quixote, Equus, Lábios que Beijei e Clarices para Espetáculo Adulto; e Jingobel e A Ver Estrelas para Espetáculo Infanto-juvenil.

Por decisão dos jurados Marcos Uzel, Bete Rangel, Jurema Penna, Cássia Lopes, Maria Prado, Julieta Lomanto, os premiados da edição foram Moacyr Gramacho e Nehle Franke como Destaque; Nadja Turenko como Revelação do Ano; Paulo Henrique Alcântara como melhor Autor; Edimilson Barros como melhor Ator; Iami Rebouças como melhor Atriz; Márcio Meirelles como melhor Diretor e Lábios que Beijei (adulto) e A Ver Estrelas (infanto-juvenil) como melhores espetáculos.

O diretor premiado Márcio Meirelles foi, também, homenageado na cerimônia pela reativação do teatro Vila Velha. Além dele, a premiação rendeu homenagens a atriz Fernanda Montenegro, que fez sua primeira aparição teatral após a cerimônia do Oscar, em que concorreu como melhor atriz, e foi aplaudida de pé por todos que participaram do evento no Teatro Castro Alves.

2000


Cerimônia do Prêmio Copene de Teatro (Foto divulgação)
A atriz e comediante Dercy Gonçalves, rainha da comédia brasileira, foi a grande estrela da premiação 1999. Dercy foi homenageada durante a cerimônia juntamente com o ator e ex-diretor do ICBA Roland Schaffner. Nesse mesmo ano, Deolindo Checcucci fez sua estreia na direção do evento que ganhou mais duas categorias: as de atriz e ator coadjuvantes.

Ainda com o nome de Prêmio Copene de Teatro, o projeto juntou Edyala Iglesias, Luís Lasserre, Dirceu Matrangolo, Frieda Gutmann, Isabela Laranjeira e Lia Rodrigues para compor a comissão que selecionou os finalistas em cada categoria e os vencedores. Para o prêmio de Destaque os indicados foram Olga Gomez e Grupo A Roda (A Cobra Morde o Rabo), Cristina Castro (Sonho de Uma Noite de Verão), Aleksei Turenko (Lábaro Estrelado, Todas as Horas do Fim e Francisco) e Moacyr Gramacho (Calígula); Ilma Nascimento (Do Outro Lado do Mundo), Deolindo Checcucci (Na Lua, Na Rua, Na Tua) e Cláudio Lorenzo (De Alma Lavada) disputaram o troféu de melhor Autor; Sérgio Telles (Quando as Máquinas Param), Agnaldo Lopes (Idiotas que Falam Outra Língua), Ricardo Castro (1,99) e Vladimir Brichta (Calígula) o de melhor Ator.

Às novas categorias foram escolhidos Marcos Machado (De Alma Lavada), Lázaro Ramos (Sonhos de Uma Noite de Verão), Carlos Betão (Baal) e Gideon Rosa (Hamlet- A História do Príncipe Que Nunca Foi Rei...) para Ator Coadjuvante; e Andrea Elia (Idiotas Que Falam Outra Língua), Fabiana Mattedi (Nada Será Como Antes), Maria Marighela (Baal) e Evelin Buchegger (Divinas Palavras) para Atriz Coadjuvante. Ainda tiveram Alethea Novaes (Quando as Máquinas Param), Joana Schinitman (Quartett) e Ana Paula Bouzas (Idiotas que Falam Outra Língua) no páreo para o prêmio de melhor Atriz; Márcio Meirelles (Sonhos de Uma Noite de Verão), Fernando Guerreiro (Calígula), Sérgio Almeida (Quando as Máquinas Param) e Gil Vicente Tavares (Quartett) para melhor Diretor; Quando as Máquinas Param, Sonhos de Uma Noite de Verão, Calígula e De Alma Lavada para Espetáculo Adulto; e Do Outro Lado do Mundo, Na Rua, Na lua, Na tua e A Cobra Morde o Rabo para Espetáculo Infanto-juvenil.

Olga Gomez levou a estatueta de Destaque do ano e Deolindo Checcucci a de melhor Autor. Vladimir Brichta e Ana Paula Bouzas conquistaram os prêmios de melhor Ator e melhor Atriz, respectivamente. Já Marcos Machado e Evelin Buchegger levaram os troféus inéditos de Ator Coadjuvante e Atriz Coadjuvante, na devida ordem. A peça Calígula ainda levou os prêmios de melhor Diretor com Fernando Guerreiro e melhor Espetáculo Adulto. Já Na Rua, Na lua, Na tua ficou com o de melhor Espetáculo Infanto-juvenil.

2001


Depois de um hiato de um ano, o prêmio de Revelação voltou a figurar entre as categorias da cerimônia de premiação referente aos indicados de 2000. Sob a direção de Márcio Meirelles, que assumiu o posto pela primeira vez, o prêmio voltou a destacar um talento que despontou na virada do milênio.

Wilson Mello e José Celso Martinez Corrêa (Foto: Wilson Besnosik/divulgação)

Entre os concorrentes aos troféus estavam Gilson Rodrigues (Cenário de Três Mulheres e Aparecida), Argonautas (Pesquisa e linguagem teatral), Moacyr Gramacho (Cenário e figurino de Volpone) e Jarbas Bitencourt (Trilha sonora de Pé de guerra) na categoria Destaque; Cláudio Simões (Vingança, Vingança, Vingança), Elisio Lopes Jr (Alta Noite), Aninha Franco (Três Mulheres e Aparecida) e Cláudia Barral (O Cego e o Louco) na de melhor Autor; Harildo Déda (O Cego e o Louco), Frank Menezes (Volpone), Fábio Vidal (Seu Bonfim) e Caíca Alves (Esperando Godot - Detalhe) para melhor Ator; Ramon Reverendo (Os Fuzis da Senhora Carrar), Paulo Pereira (O Cego e o Louco), Cláudio Simões (Vingança, Vingança, Vingança) e Pedro Henriques (Suburbano Coração) para Ator Coadjuvante.

Iami Rebouças (Umbiguidades), Cristiane Mendonça (Alta Noite), Neide Moura (Bodas de Sangue) e Rita Assemany (Três Mulheres e Aparecida) figuraram na disputa pelo título de Melhor Atriz; Fafá Menezes (Volpone), Kita Veloso (Bodas de Sangue), Neide Moura (Pé de Guerra) e Monica Gideone (O Vôo da Asa Branca) para Atriz Coadjuvante; e Nadja Turenko (Três Mulheres e Aparecida), Márcio Meirelles (Pé de Guerra), Fernando Guerreiro (Volpone) e Rino Carvalho (Esperando Godot - Detalhe) para melhor Direção. Já as montagens selecionadas foram Paparutas e O Vôo da Asa Branca na categoria Espetáculo Infanto-juvenil; e Pé de Guerra, Vingança, Vingança, Vingança, Volpone e Três Mulheres e Aparecida na categoria Espetáculo Adulto.

Filinto Coelho, Matilde Matos, Pola Ribeiro, Isa Calbo, Ruy César Silva foram os juízes que premiaram Os Argonautas como Destaque; Cláudia Barral como melhor Autora; Frank Menezes levou seu segundo troféu como Ator; Paulo Pereira como Ator Coadjuvante; Iami Rebouças como Atriz; Neide Moura como Atriz Coadjuvante; e Márcio Meirelles como Diretor. O troféu de Revelação ficou nas mãos de Rino Carvalho, pela direção de Esperando Godot; e os espetáculos do ano foram O Vôo da Asa Branca (infanto-juvenil) e Pé de Guerra (Adulto). A homenagem especial ficou para a atriz e dramaturga baiana Haydil Linhares e ator, diretor e dramaturgo paulista José Celso Martinez Correa.

2002


Boca de Ouro ganha categoria de Melhor Espetáculo Adulto (Foto Alessandro Macedo/Arquivo Correio)
Paulo Dourado, que dirigiu uma encenação da primeira cerimônia da premiação, retornou como o diretor do evento. Nesse ano, a categoria Destaque foi substituída pela de Profissional de Outras Funções para premiar todos os outros profissionais que contribuem na montagem de um espetáculo.

A comissão de jurados, composta por José Lago Jr, Betti Grebler, Fernando Belens, Joceval Santana, Armindo Bião e Sérgio Souto selecionou como indicados: Luciano Bahia (Trilha sonora de Ensina-me a Viver), Marepe, Zuarte Jr e Domenico Lancelotti (Cenografia de Bispo), Zuarte Jr (A Vida de Galileu) e Harald Weiss (Cenografia de Viagem pela Noite) para o prêmio estreante de Profissional de outras funções. Além deles, Débora Moreira (Quando a Cotovia Voa... Uma Fábula Libertária), Rô Reyes (O mal- Estar na Civilização), Edson Rodrigues (Imagina Só... Aventura do Fazer) e Cláudio Simões (Como Raul Já Dizia) concorreram a melhor Autor; José Possi Neto (Ensina-me a Viver), Paulo Henrique Alcântara (Bolero), Lelo Filho e Fernanda Paquelet (A Vaca Lelé) e Paulo Dourado (Apareceu a Margarida) a melhor Diretor; Harildo Déda (A Vida de Galileu), Diogo Lopes Filho (A Vaca Lelé), Lúcio Tranchesi (Material Fatzer) e João Miguel (Bispo) a melhor Ator; Nilda Spencer (Ensina-me a Viver); Renata Celidônio (Playback!); Yumara Rodrigues (Alzira Power); Meran Vargens (Extraordinárias Maneiras de Amar) a melhor Atriz.

A categoria de Ator Coadjuvante teve entre os indicados Lázaro Machado (Ó pai ó), Carlos Betão (A Vida de Galileu), Jarbas Oliver (A Vida de Galileu) e Wilson Mello (A Vida de Galileu); e a de Atriz Coadjuvante teve entre os nomes o de Aicha Marques (Ensina-me a Viver), Fernanda Paquelet (O Mal-estar na Civilização), Laura Haydée (A Vaca Lelé) e Laila Garin (O Tempo e os Conways). As peças escolhidas para disputar o prêmio de Espetáculo Infanto-juvenil foram A Vaca Lelé, Imagina Só... Aventura do Fazer, Tomate, Pimentão e Cia e Potato Pum; e as que foram escolhidas para concorrer a Espetáculo Adulto foram Ensina-me a Viver, Bolero, A Vida de Galileu e O Mal-estar na Civilização.

Marepe, Zuarte e Domenico Lancelotte faturaram a estatueta da nova categoria. Cláudio Simões, José Possi Neto, João Miguel e Meran Vargens conquistaram os prêmios de melhor Autor, melhor Diretor, melhor Ator e Melhor Atriz, respectivamente. Lázaro Machado e Aicha Marques ficaram com os troféus de Ator Coadjuvante e Atriz Coadjuvante, nessa ordem. Os premiados como melhores espetáculos foram Ensina-me a Viver (adulto) e Imagina Só... Aventura do Fazer (infanto-juvenil). E por fim, a Cia Tupã de Teatro de Lauro de Freitas recebeu o prêmio de Revelação. A homenagem especial do evento foi dedicada ao palhaço espanhol Tortell Poltrona, ao ator paraibano Luiz Carlos Vasconcelos e ao ator, diretor, professor e pesquisador baiano Armindo Bião.

2003


Festa de celebração no Rock in Rio Café (Foto Divulgação)
Na edição 2002, o projeto foi novamente rebatizado e dessa vez ganhou o nome de Prêmio Braskem de Teatro. Pela primeira vez a cerimônia contou com uma dobradinha na direção com Tereza Costa Lima e Claudio Simões.

Nesse ano, Clécia Queiroz, Eduarda Uzêda, Sandro Lobo, Cristina Castro, Sônia Rangel e Bertrand Duarte formara a comissão julgadora. Juntos selecionaram os indicados: Zuarte Jr (Cenário de O Amor Comeu), Sibele Américo (Produção de Boca de Ouro), Zuarte Jr (Cenário de Os Iks) e Tom Tavares (Trilha sonora de Os Iks) para concorrer a Profissional de Outras Funções; Aninha Franco (O Amor Comeu e Brasis), Márcio Meirelles (Relato de Uma Guerra Que Não Acabou) e Susana Veja (Noção Brasileira: a Comédia da Vida) para melhor Autor; Fernando Guerreiro (Boca de Ouro), Hebe Alves (Idas e Vidas), Marcio Meirelles (Relato de Uma Guerra Que Não Acabou) e Edinilson Motta (Escorial) para melhor Direção.

As categorias de atuação contaram com Marcelo Praddo (Boca de Ouro), Fernando Neves (O Grande Amor de Nossas Vidas), Marcos Machado (Escorial) e Caíca Alves (A Hora da Estrela) para melhor Ator; Widoto Áquila (Boca de Ouro), Jackyson Costa (Boca de Ouro), Zé Carlos Jr (Os Iks) e Gil Teixeira (O Santo e a Porca) para melhor Ator Coadjuvante; Andréa Elia (Boca deO), Fafá Menezes (Boca de Ouro), Evelin Buchegger (Brasis) e Catia Martins (O Santo e a Porca) para melhor Atriz; e Evelin Buchegger (Boca de Ouro), Karol Senna (Idas e Vidas), Edvana Carmo (O Santo e a Porca) e Luciana Comin (Isto é Bom Demais) para melhor Atriz Coadjuvante.

Se Segurem, Vamos Viajar: Pro Outro Lado do Lado de Lá, Pluft! O Fantasminha, Noção Brasileira: a Comédia da Vida e Remendo Remendó concorreram a melhor Espetáculo Infanto-juvenil; e Boca de Ouro, O Amor Comeu, Relato de Uma Guerra Que Não Acabou e Escorial disputaram o prêmio de Espetáculo Adulto.

Os vencedores dessa edição foram Zuarte Jr como Profissional de Outras Funções; Aninha Franco como melhor Autora; Márcio Meirelles como melhor Diretor; Marcelo Praddo como melhor Ator; Evelin Buchegger como melhor Atriz; Gil Teixeira como Ator Coadjuvante; Luciana Comin como Atriz Coadjuvante; Pluft! O Fantasminha como Espetáculo Infanto-juvenil; e Boca de Ouro como Espetáculo Adulto. A estatueta de Revelação foi para Susana Veja pela Direção e Texto de Noção Brasileira: a Comédia da Vida.

2004


Luiz Marfuz voltou a dirigir a cerimônia de premiação de 2003. Essa edição contou com o maior número de homenageados da história do Prêmio Braskem de Teatro, foram eles: a coreografa Lia Robatto, a atriz e dramaturga Haydil Linhares, o ator e diretor Manoel Lopes Pontes, o ator Mario Gadelha, a atriz Frieda Guttman, a atriz Nilda Spencer pela segunda vez, o ator Wilson Mello, o ator Carlos Petrovich e atriz Yumara Rodrigues, também pela segunda vez.

Nesse ano, a categoria Profissional de Outras Funções foi substituída pela Categoria Especial que selecionou Jarbas Bittencourt (Direção musical de A Casa da Minha Alma), Moacyr Gramacho (Cenografia de Comédia do Fim e O Evangelho Segundo Maria), Fábio Espírito Santo (Iluminação de Na Solidão dos Campos de Algodão) e Erlon Souza (Produção de O Evangelho Segundo Maria). Outra novidade também foi a indicação de concorrentes para troféu Revelação, entre eles Alda Valéria (Direção de Deus Danado), Vinício de Oliveira Oliveira (Direção de A Pena e a Lei), Grupo de Atores do Liceu (Cuida Bem de Mim) e Gleiciane Cardoso (Atriz de Mundo Novo Mundo).

Para as outras disputas foram escolhidos Elísio Lopes Jr (H2O- Uma Fórmula de Amor), Aninha Franco (A Casa da Minha Alma), Carmen Paternostro e Armando Avena (O Evangelho Segundo Maria) e Marcos Machado (Lampião e Maria Bonita) para melhor Autor; Márcio Meirelles (A Casa da Minha Alma), Paulo Cunha (O Beijo no Asfalto), Luiz Marfuz (Comédia do Fim), Adelice Souza (Na Solidão dos Campos de Algodão) para melhor Direção; Rita Assemany (A Casa da Minha Alma), Fafá Menezes (Lampião e Maria Bonita), Hebe Alves (Comédia do Fim) e Frieda Gutmann (Comédia do Fim) para melhor Atriz; Gideon Rosa (Pequenos Burgueses), Pisit Mota (Deus Danado), Bira Freitas (Deus Danado) e Widoto Áquila (Lampião e Maria Bonita) para melhor Ator; Sônia Rangel (Pequenos Burgueses), Tatiana de Lima (Crimes Delicados), Jussilene Santana (As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant) e Iara Colina (O Evangelho Segundo Maria) para Atriz Coadjuvante; e Jarbas Oliver (Pequenos Burgueses), Frank Menezes (Flicts), Narcival Rubens (Maria Quitéria) e Ângelo Flávio (O Evangelho Segundo Maria) para Ator Coadjuvante.

As montagens selecionadas foram H2O, Uma Fórmula de Amor, História de Uma Caixola, Flicts, e A Princesa e o Unicórnio como Espetáculo Infanto-juvenil; e Deus Danado, A Casa da Minha Alma, A Comédia do Fim e Lampião e Maria Bonita como Espetáculo Adulto.

Dessa vez, o júri foi formado por Saja Ramos, Eliene Benício, Carlos Petrovich, Evelina Hoisel, Cícero Bathomarco, Lia Robatto, Mário Gadelha. A cerimonia premiou Moacyr Gramacho na Categoria Especial; Marcos Barbosa como melhor Autor; Paulo Cunha como melhor Diretor; Rita Assemany como Melhor Atriz; Sônia Rangel como melhor Atriz Coadjuvante; Pisit Mota como melhor Ator; Ângelo Flávio como melhor Ator Coadjuvante; e Alda Valéria como Revelação do ano. Os espetáculos premiados foram H2O, Uma Fórmula de Amor (infanto-juvenil) e A Comédia do Fim (adulto).

2005


A Escola de Teatro da Ufba e a dramaturga Cleise Mendes foram as grandes homenageadas da edição 2004 do prêmio. Sob a direção de Hebe Alves, pela primeira vez no projeto, o Prêmio Braskem de Teatro selecionou Jarbas Bittencourt (Trilhas sonoras de 2004), Harald Weiss (Composição musical, iluminação, figurino e cenário de Baile de Máscaras), Pedro Trindade (Figurino de Alices e Camaleões) e Euro Pires (Figurino de Em Busca do Sonho Perdido) para Categoria Especial; Ewald Hackler (Arte), Harald Weiss (Baile de Máscaras), Márcio Meirelles (A Prostituta Respeitosa) e Harildo Déda (8 Mulheres) para melhor Diretor; Edson Rodrigues (Alices e camaleões) e Aninha Franco (Esse Gláuber) para melhor Autor; e Vinício Oliveira Oliveira (Direção de Arlequim), João Victor Santana (Ator de Auto-retrato aos 40), Karine Ferro (Atriz de Baile de Máscaras), Roquildes Jr (Ator de Arlequim) e Eddy Veríssimo (Ator de Arlequim).

Os concorrentes de melhor Ator foram Gideon Rosa (Arte), Celso Jr (Budro), Marcelo Praddo (Eu) e Diogo Lopes Filho (Esse Glauber); os de melhor Ator Coadjuvante foram Diogo Lopes Filho (Vixe Maria! Deus e o Diabo na Bahia), João Vitor Santana (Auto-retrato aos 40 e Alices e Camaleões), José Carlos Jr (Vixe Maria! Deus e o Diabo na Bahia) e Harildo Déda (A Prostituta Respeitosa). Já as indicadas a melhor Atriz foram Jussilene Santana (Budro), Andréa Elia (A Prostituta Respeitosa), Rita Assemany (Esse Gláuber) e Iami Rebouças (O Som dos Passos); e para melhor Atriz Coadjuvante foram Luciana Comin (8 Mulheres), Cristiane Mendonça (Vixe Maria! Deus e o Diabo na Bahia), Andréa Elia (Um Bonde Chamado Desejo) e Eddy Veríssimo (Arlequim, Servidor de Dois Patrões).

Entre os espetáculos selecionados estavam Quem Conto Canta, Cordel Encanta, A Lenda do Vale da Lua, Alices e Camaleões e Tarô Bequê, A Maravilhosa História do Sapo na categoria Infanto-juvenil; e Arte, Baile de Máscaras, Arlequim Servidor de Dois Patrões e A Prostituta Respeitosa na categoria Adulto.

A comissão formada por Carlos Nascimento, Rosa Vilas-Boas, Betty Rangel, Antônia Herrera, Marcos Uzel, Sérgio Sobreira, Nonato Freire escolheu como vencedores Jarbas Bittencourt na Categoria Especial; Aninha Franco como melhor Autora; Ewald Hackler como melhor Diretor; Gideon Rosa como melhor Ator; Harildo Déda como melhor Ator Coadjuvante; Jussilene Santana como melhor Atriz; Cristiane Mendonça como melhor Atriz Coadjuvante; Arte como melhor Espetáculo Adulto; e Quem Conto Conta, Cordel Encanta como melhor Espetáculo Infanto-juvenil. Já o troféu revelação ficou com Vinício Oliveira Oliveira pela direção de Arlequim.

2006


Márcio Meirelles voltou a dirigir a cerimônia na edição 2005. O 13º Prêmio Braskem de Teatro celebrou a carreira do ator Othon Bastos e do ator, diretor e coreografo Fernando Neves durante a solenidade. Antonia Bezerra, Filinto Coelho, Jorge Alfredo, Suzana Varjão, Marize Queiroz, Ana Paolilo e Antonio Moreno integraram a comissão julgadora desse ano e selecionaram como indicados Jarbas Bittencourt (Trilha sonora de O sapato do Meu Tio), Irma Vidal (Iluminação de Fogo Possesso), Virgínia Da Rin (Produção de Murmúrios) e Moacyr Gramacho (Cenário de Fogo Possesso) na Categoria Especial; Deolindo Checcucci e Plínio Seixas (Raul Seixas - A Metamorfose Ambulante), Alexandre Luís Casali e Lúcio Tranchesi (O Sapato do Meu Tio), Ilma Nascimento (Rádio Biruta FM) e Adelice Souza (Fogo Possesso) no prêmio de melhor autor que passou a se chamar de Texto; Carol Vieira (O Futuro Está Nos Ovos), João Lima (O Sapato do Meu Tio), Deolindo Checcucci (Raul Seixas- A Metamorfose Ambulante) e Nehle Franke (Murmúrios) para melhor Diretor.

Lúcio Tranchesi (O Sapato do Meu Tio), Nelito Reis (Raul Seixas- A Metamorfose Ambulante), Alexandre Luís Casali (O Sapato do Meu Tio) e Eduardo Albuquerque (Todo Mundo Tem Problemas Sexuais) concorreram a melhor Ator; Caco Monteiro (Todo Mundo Tem Problemas Sexuais), Gil Teixeira (Hamlet), Narcival Rubens (Raul Seixas- A Metamorfose Ambulante) e Vitório Emanuel (Amores Bárbaros) a melhor Ator Coadjuvante; já Evelin Buchegger (Murmúrios), Cláudia di Moura (Pá Lavra), Débora Santiago (Estava Escrito no Rosto) e Iara Colina (Divorciadas, Evangélicas e Vegetarianas), disputaram o troféu de melhor Atriz; e Neyde Moura (Braseiro), Viviane Laert (Diatribe de Amor Contra um Homem Sentado), Maria Menezes (Alvoroço - Uma Comédia Feita Por Cocê) e Chica Carelli (O Despertar da Primavera) a melhor Atriz Coadjuvante.

Os candidatos ao prêmio de Revelação foram Carol Vieira (Direção de O Futuro Está nos Ovos), Felipe Assis (Direção de Braseiro), João Meirelles (Direção Musical de Debaixo D’água, Em Cima da Areia) e Almiro Andrade (Direção de Estava escrito no rosto). Já os espetáculos no páreo foram A Revolta dos Brinquedos e Rádio Biruta FM (infanto-juvenil); e Murmúrios, Raul Seixas- A Metamorfose Ambulante, O Sapato do Meu Tio e O Futuro Está nos Ovos (adulto).

Os grandes vencedores da noite foram Irma Vidal em Categoria Especial, Deolindo Checcucci e Plínio Seixas com melhor Texto; João Lima com melhor Direção; Carol Vieira como Revelação; Evelin Buchegger como melhor Atriz; Chica Carelli como melhor Atriz Coadjuvante; Lúcio Tranchesi como melhor Ator; Gil Teixeira como melhor Ator Coadjuvante; Rádio Biruta FM como melhor Espetáculo Infanto-juvenil; e O Sapato do Meu Tio como melhor Espetáculo Adulto.

2007


Na edição 2006, a comissão de juízes tinha Makarios Maia, Sérgio Guedes, Cláudio Cajaíba, Marilda Santanna, Selma Santos, Dóris Pinheiro, Renato da Silveira. Juntos, eles indicaram como concorrentes aos prêmios de Categoria Especial: Jarbas Bittencourt (Concepção Musical de Canteiros de Rosa), Joice Aglae (Figurino de Fato(s) do Brasil), Juliana Ferrari, Luís Parras e Ibraim Nascimento (Cenografia de Navalha na Carne) e Miguel Carvalho (Figurino de A Comida de N’Zinga); de Texto: João Sanches e Leandro Araújo (Pague Pra Ver), Luciana Comin (Pra Não Esquecer de Mim e Ora Bolas) e Aninha Franco e Marcos Dias (A Comida de N’Zinga); de Direção: Jacyan Castilho (Canteiros de Rosa) e Joice Aglae (Fato(s) do Brasil); de Revelação: Clara Paixão (Atriz de A Comida de N’Zinga), Luciana Paixão (Textos de Ora Bolas! e Pra Não Esquecer de Mim) e Marcelo Sousa Brito (Direção de Guilda); de Ator: Igor Epifânio (Pague pra Ver), Gideon Rosa (Mestre Haroldo e Os Meninos), Jhoilson de Oliveira (Navalha na Carne) e Maurício Assunção (Casa de Ferro); de Ator Coadjuvante: Bira Freitas (A árvore dos Mamulengos), Cláudio Mendes (Navalha na carne), Everton Machado (Barrela) e Leno Sacramento (Sonho de Uma Noite de Verão).

Já os espetáculos concorrentes foram Diferentes Iguais e Ora bolas! (infanto-juvenil); e Barrela, Sonho de Uma Noite de Verão, Mestre Haroldo e Os Meninos e Navalha na Carne (adulto). Miguel Carvalho venceu a Categoria Especial, Luciana Comin a de Texto, Juliana Ferrari a de Direção e Marcelo Sousa Brito a de Revelação. Já Jhoilson de Oliveita faturou o troféu de melhor Ator, Everton Machado de Melhor Ator Coadjuvante, Fernanda Paquelet de melhor Atriz e Jussara Mathias de Atriz Coadjuvante.

Nessa edição da premiação, dois prêmios para Espetáculos Adultos e dois para Espetáculos Infanto-juvenis. Isso porque um de cada categoria era definido pela comissão julgadora e outro pelo voto popular. Com isso, Ora Bolas! ganhou o troféu de melhor montagem Infanto-juvenil e A Pedra do Meio-dia também, só que pelo voto popular. E o mesmo aconteceu Sonho de Uma Noite de Verão que levou a estatueta de melhor montagem Adulta e A Virada levou o mesmo prêmio pelo voto popular.

A cerimônia, dirigida novamente por Fernando Guerreiro, homenageou a atriz Lia Mara e o ator e diretor Manoel Lopes Pontes pela segunda vez.

2008


Fabiana Monsalú recebe prêmio de Melhor Espetáculo Adulto por A Casa de Bernarda Alba

Na edição seguinte, o Prêmio Braskem de Teatro celebrou mais uma vez a vida e carreira do ator Mario Gadelha. Esse ano, a direção da cerimônia ficou por conta de Filinto Coelho, pela primeira vez no comando do evento.

Isa Trigo, Fátima Barretto, Marcos Uzel, Antonio Saja, Antonio Godi, Antrifo Sanches e Claudius Portugal formaram a comissão de jurados que indicaram como concorrentes aos prêmios: Lulu Pugliese (Coreografia de Ciranda do Medo), Miniusina de Criação (Cenografia de Pedro e a Cobra de fogo), Roberto de Abreu, Eudes Cunha e Laura Franco (Direção Musical de Auto da Gamela) e Zuarte Jr (Figurino e Adereços de Áfricas) na Categoria Especial; Ângelo Flávio (O Dia 14), Heraldo Souza (O Aluguel), Sonia Robatto (Ciranda do Medo) e Tom Figueiredo (Pedro e a Cobra de fogo) para Texto; Ângelo Flávio (O Dia 14), Fabiana Monsalú (A Casa de Bernarda Alba), Osvaldo Rosa (Pedro e a Cobra-de-fogo) e Roberto de Abreu (Auto da Gamela) para Direção; e Coletivo de Atores Abdias do Nascimento (CAN), Carolina Kharo Ribeiro (Concepção de Grand Théâtre: Pão & Circo), Emiliano D’ Ávila (Ator de Shopping and Fucking) e Fabiana Monsalú (Direção de A casa de Bernarda Alba) para Revelação.

Para Ator Coadjuvante, foram selecionados André Rosa (A casa de Bernarda Alba), Antonio Soares (Uma mulher Vestida de Sol), Léo Santis (O Dia 14) e Érico Brás (Áfricas); para Ator, os candidatos foram Amarílio Sales (A Casa de Bernarda Alba), Carlos Betão (Josefina, a Cantora dos Ratos), Diogo Lopes Filho (Josefina, a Cantora dos Ratos) e Francisco André (Auto da Gamela). As mulheres que disputaram o troféu de Atriz Coadjuvante foram Andréa Nunes (A casa de Bernarda Alba e As Bruxas de Salém), Lívia França (Zona Contaminada), Simone Brault (Como Almodóvar) e Tatiane Carcanholo (Viva o Povo Brasileiro); para Atriz, os nomes foram de Carolina Kharo Ribeiro (Grand Théâtre: Pão & Circo), Heloísa Pimenta (O Dia 14), Monize Moura (Uma Por Outra - Histórias de Arthur Azevedo) e Pólis Nunes (Sagrada Partida).

Já os espetáculos no certame eram Áfricas, Ciranda do Medo e Pedro e a Cobra- de- fogo (infanto-juvenil); e A Casa de Bernarda Alba, Auto da Gamela, O Dia 14 e Shopping and Fucking (adulto). Os laureados da noite foram Lulu Pugliese na Categoria Especial; Tom S. Figueiredo com melhor Texto; Érico Brás como melhor Ator Coadjuvante; Amarílio Sales como melhor Ator; Andréa Nunes como melhor Atriz Coadjuvante; Carolina Kharo R. de Oliveira como melhor Atriz; Roberto de Abreu como melhor Diretor; e o Centro de Atores Abdias do Nascimento (CAN) como a Revelação do ano. Já as montagens contempladas foram Pedro e a Cobra-de-Fogo na categoria Espetáculo Infanto-juvenil e A Casa de Bernarda Alba na categoria de Espetáculo Adulto. Nessa edição, também foi aberto o voto popular para a premiação das melhores montagens e os escolhidos pelo público foram O Fantasma de Canterville (infanto-juvenil) e Gozo Frio (adulto).

2009


Prêmio Braskem em 2009 protagonista Hilton Cobra com a peça Policarpo Quaresma

Filinto Coelho seguiu na direção da premiação de 2008. Dessa vez, Hebe Alves teve um papel especial no evento. Além de compor a comissão julgadora, junto com Beth Rangel, Adelice Souza, Vadinha Moura, Paulo Cunha, Gilson Rodrigues e Hirton Fernandes, a atriz e diretora também foi a homenageada especial da festa.

As indicações ficaram com Rino Carvalho (Figurino de O Olhar Inventa o Mundo), Miniusina de Criação (Cenografia de O Olhar Inventa o Mundo), Fábio Espírito Santo (Iluminação de O Olhar Inventa o Mundo, Batata! e Casa Número Nada), Luciano Salvador Bahia (Direção musical e trilha sonora de Atire a Primeira Pedra) na Categoria Especial; Dinah Pereira (Memória Ferida), Romualdo Lisboa (Teodorico Majestade) e Marcos Barbosa (Adaptação Da Obra Policarpo Quaresma De Lima Barreto) para Texto; Armindo Bião (O Pique Dos Índios ou A Espingarda de Caramuru), Gordo Neto (Memória Ferida), Cláudio Machado (Labirintos - Um Espetáculo Itinerante) e Luiz Pepeu (O Otário Que Sonhava Acordado) para Ator Coadjuvante; e Diana Ramos (Os Sonhos de Segismundo), Elaine Cardim (Policarpo Quaresma), Heloísa Jorge (A Farsa da Boa Preguiça) e Manhã Ortyz (O Otário Que Sonhava Acordado) para Atriz Coadjuvante.

Além deles, Sibelle Lelis (Memória Ferida), Cláudia Di Moura (Policarpo Quaresma) e Luiza Proserpio (Salomé) concorreram a melhor Atriz; Frank Menezes (O Indignado), Hilton Cobra (Policarpo Quaresma), Urias Lima (Um Caso De Língua) e Ely Izidoro (Teodorico Majestade) disputaram o troféu de melhor Ator; Luiz Marfuz (Policarpo Quaresma), Felipe De Assis (O Olhar Inventa o Mundo), Patrick Campbell (Labirintos - Um Espetáculo Itinerante) e Carol Vieira (Memória Ferida) competiram pra melhor Direção; e Rodrigo Frota (Cenografia de Policarpo Quaresma, Atire A Primeira Pedra e Álbum De Família E Salomé), Leandro Villa (Ator de Labirintos: Um Espetáculo Itinerante), Milena Flick (Atriz de Atire A Primeira Pedra) e Heraldo Souza (Composição Musical e Arranjos de Os Prequetés) figuraram a categoria de Revelação.

Já as montagens nominadas foram Os Prequetés, Dia De Circo e A Gema do Ovo da Ema como Espetáculo Infanto-Juvenil; e Policarpo Quaresma, O Olhar Inventa o Mundo, Os Sonhos de Segismundo e Atire a Primeira Pedra como Espetáculo Adulto.

A premiação contemplou Fábio Espírito Santo na Categoria Especial; Dinah Pereira com o melhor Texto; Armindo Bião como melhor Ator Coadjuvante; Urias Lima como melhor Ator; Elaine Cardim como melhor Atriz Coadjuvante; Cláudia Di Moura como melhor Atriz; Luiz Marfuz como melhor Diretor; e Os Prequetés como melhor Espetáculo Infanto-Juvenil e Policarpo Quaresma como melhor Espetáculo Adulto. A Revelação do ano foi o cenógrafo Rodrigo Frota.

2010


A partir da edição 2009 – realizada em 2010 -, o Prêmio Braskem condensou as categorias Ator, Ator Coadjuvante, Atriz e Atriz Coadjuvante em apenas duas: Ator e Atriz, como aconteceu nas primeiras edições do projeto. Nesse ano, pela primeira vez, as homenagens foram exclusivamente para companhias de teatro, sendo o Bando de Teatro Olodum e a Cooperativa Baiana de Teatro as escolhidas para serem celebradas na cerimônia.

Luiz Marfuz voltou à direção do projeto e a comissão de jurados contou com a presença de Cássia Lopes, Gláucio Machado, Leonardo Boccia, Marcos Uzel e Paulo Henrique Alcântara. Juntos eles indicaram à Categoria Especial: Brian Knave (Trilha Sonora de Uma Vez Nada Mais), Zuarte Jr (Cenário de Doralinas e Marias), Jarbas Bittencourt (Direção Musical de Shirê Obá - A Festa do Rei), Pedro Dultra (Iluminação de Cantata Para Piano e Pedras Opus 68), Gabriel Franco, Roberto De Abreu, Tomas Mota e Yan Schettini (Direção Musical de Gennesius- Um Martírio Em Flor); na categoria Texto: Dinah Pereira (Na Outra Margem), Cleise Mendes (Joana D’Arc), Deborah Moreira (Alegria De Viver), Luiz Marfuz (A Última Sessão de Teatro) e Cláudio Simões e Margareth Boury (Caso Sério); na categoria de Ator: Celso Jr (Caso Sério), Harildo Déda (A Última Sessão de Teatro), Sérgio Telles (Pluft! O Fantasminha), Dado Ferreira (Quando as Máquinas Param) e George Mascarenhas (Alegria de Viver); na categoria Atriz: Aicha Marques (Uma Vez, Nada Mais), Cristiane Mendonça (Escândalo- A Comédia da Mulher Só), Jussilene Santana (Joana D’Arc), Maria Menezes (Uma Vez, Nada Mais) e Andrea Elia (Caso Sério); na categoria Direção: Elisa Mendes (Joana D’Arc), João Gonzaga (Os Donos da Terra), Roberto De Abreu (Gennesius- Histriônica Epopéia de Um Martírio em Flor), Luiz Marfuz (A Última Sessão de Teatro) e Hebe Alves (Uma Vez, Nada Mais).

Já para o prêmio de Revelação, os concorrentes eram Caio Muniz (Ator de Pluft! O Fantasminha), Grupo Alvenaria De Teatro (Criação do Espetáculo Bakxai), Juliana Bebé (Atriz de Amanheceu), Susan Kalik (Direção de Pluft! O Fantasminha) e Fernanda Júlia (Direção de Shirê Obá- A Festa Do Rei). E as peças selecionadas foram Alice no Sertão das Maravilhas, Os Donos da Terra, Larissa e Seus Amigos Mágicos, Pluft! O Fantasminha e Quem Conta, Faz-de-conta (infanto-juvenil); e A Última Sessão de Teatro, Caso Sério, Shirê Obá- A Festa do Rei, Uma Vez Nada Mais e Joana D’Arc. Os melhores do ano foram Jarbas Bittencourt na Categoria Especial; Cleise Mendes com melhor Texto; Harildo Déda como melhor Ator; Aicha Marques como melhor Atriz; João Gonzaga com melhor Direção; Susan Kalik como Revelção; e os espetáculos Os Donos da Terra como melhor Infanto-juvenil e Uma Vez, Nada Mais como melhor Adulto.

2011


O ator Wagner Moura, que ganhou o prêmio Revelação em 1997, foi o grande homenageado da edição 2010 do Prêmio Braskem de Teatro. Mais uma vez, Luiz Marfuz cuidou da direção da cerimônia que aconteceu, como tradicionalmente, no Teatro Castro Alves.

A lista de indicados contava com Zebrinha (Coreografia de Bença), Uibitu Smetak (Direção Musical de O Pássaro do Sol), Jarbas Bittencourt (Direção Musical de Bença), Pedro Dultra (Iluminação de A Cela) e Rodrigo Frota (Cenografia de Pólvora e Poesia e As Aventuras do Maluco Beleza) na Categoria Especial; Armindo Bião (A Gente Canta Padilha), Cláudio Simões (Trilogia Shirley), Fábio Espírito Santo (Matilde, La Cambiadora de Cuerpos), Fábio Vidal (Sebastião) e Paulo Henrique Alcântara (Partiste) na categoria de Texto; Fernando Guerreiro (Pólvora e Poesia), Jorge Alencar (Camila e o Espelho), Luiz Marfuz (As Velhas), Márcio Meirelles (Bença) e Olga Gómez (O Pássaro do Sol) na categoria de Direção; e José Jackson (Direção de Dois Perdidos Numa Noite Suja), Marcelle Pamponet (Direção de Torre De Babel), Margarida Laporte (Atriz de Partiste), Nando Zâmbia (Ator de Dois Perdidos Numa Noite Suja) e Talis Castro (Ator de Pólvora E Poesia) como concorrentes do prêmio de Revelação.

Na lista de selecionados para Ator tinha Caio Rodrigo (Pólvora e Poesia), Duda Woida (O Melhor do Homem), Fábio Vidal (Sebastião), Jarbas Oliver (Siricotico) e José Carlos Júnior (As Aventuras do Maluco Beleza); e da de Atriz tinha Andréa Elia (As Velhas), Cláudia Di Moura (As Velhas), Evelyn Buchegger (Luz Negra), Jacyan Castilho (A Cela) e Yumara Rodrigues (Monstro). Já os espetáculos concorrentes eram As Aventuras do Maluco Beleza, Camila e o Espelho, O Pássaro do Sol e Papagaio (infanto-juvenil); e As Velhas, Bença, Dois Perdidos Numa Noite Suja, Partiste e Pólvora e Poesia.

A premiação definida pela comição julgadora formada por Marcos Uzel, Sérgio Sobreira, Evelina Hoisel, Antrifo Sanches e Neyde Moura elegeu como vencedores dessa edição: Zebrinha na Categoria Especial; Paulo Henrique Alcântara com o melhor Texto; Fábio Vidal como melhor Ator; Andréa Elia como melhor Atriz; Fernando Guerreiro como melhor Diretor; José Jackson como Revelação do ano; O Pássaro do Sol como melhor Espetáculo Infanto-juvenil; e Pólvora e Poesia como o melhor Espetáculo Adulto.

2012


Em 2012, foi a vez de Elísio Lopes Jr. assumir a direção da cerimônia de premiação. Nessa edição correspondente aos espetáculos de 2011, as personalidades homenageadas foram o ator Gideon Rosa, que também concorreu ao prêmio de melhor Ator, e o músico Carlinhos Brown. O júri ficou por conta de Adelice Souza, Cláudio Cajaíba, Lia Robatto, Marcos Uzel e Paulo Henrique Alcântara. Os indicados foram Eduardo Tudella (Iluminação de Sargento Getúlio), Rino Carvalho (Figurino de As Rimas de Catarina), Pedro Dultra (Iluminação de Protocolo Lunar), Luciano Bahia (Trilha Sonora de Meu Nome é Mentira) e Zuarte Jr. (Figurino de Outra Tempestade) para o troféu de Categoria Especial; João Alfredo e Edvard Passos (A Voz do Campeão), Ilma Nascimento (As Rimas de Catarina), Luiz Marfuz (Meu Nome é Mentira), Aldri Anunciação (Namíbia, Não!) e Marcos Barbosa (Quase Nada) para melhor Texto; Ewald Hackler (Fim de Partida), Gil Vicente Tavares (Sargento Getúlio), João Lima (As Rimas de Catarina), Lázaro Ramos (Namíbia, Não!) e Luiz Marfuz (Meu Nome é Mentira) para melhor Direção; e Felipe Soledade (Direção de Quase Nada), Grupo Teatro Base (Espetáculo de Arbítrio), Isis Gledhill (Direção de Vestir os Nus), Luiz Antônio Júnior (Direção de Remendo, Remendó) e Yuri Tripodi (Ator de Arbítrio) para Revelação.

Nas categorias de interpretação os nominados foram Amarílio Sales (Diário Do Farol: Onde As Palavras se Revelam Inadequadas), Gideon Rosa (Fim de Partida), Carlos Betão (Sargento Getúlio), Bira Freitas (As Rimas de Catarina) e Rafael Medrado (Camila Baker) para melhor Ator; e Diana Ramos (Outra Tempestade), Maria de Souza (Fim de Partida), Simone Brault (Quase Nada) e Vera Pessoa (Vestir os Nus) para melhor Atriz. Já as montagens selecionadas foram As Rimas De Catarina, Brincando Com a Morte, Protocolo Lunar, Remendo, Remendó e Um Dia a Casa Clown para melhor Espetáculo Infanto-juvenil; e Arbítrio, Fim de Partida, Meu Nome é Mentira, Namíbia, Não! e Sargento Getúlio para melhor Espetáculo Adulto.

Os grandes vencedores do ano foram Pedro Dultra na Categoria Especial; Aldri Anunciação com o melhor Texto; Carlos Betão como melhor Ator; Maria de Souza como melhor Atriz; o Grupo Teatro Base como Revelação; e os espetáculos As Rimas de Catarina como melhor Infanto-juvenil e Sargento Getúlio como melhor Adulto.

2013


João Sanches recebe o prêmio de Melhor Texto por Entre Nós (foto: Erik Salles/Bapress)

Elísio Lopes Jr. seguiu como diretor da cerimônia também em 2013. Ano que celebrou carreira do diretor de teatro, iluminador, coreógrafo e figurinista Possi Neto e do jornalista Clodoaldo Lobo. Nessa edição, a categoria de Espetáculo Adulto teve entre os indicados Amor Barato, Dissidente, Entre Nós e O Olho de Deus: O Avesso dos Retalhos; na categoria de Espetáculo Infanto-Juvenil os selecionados foram Meia Dúzia de Pepinos, O Segredo da Arca de Trancoso e Paparutas. Os concorrentes ao prêmio de Direção foram Cláudio Machado (O Segredo da Arca de Trancoso), Gordo Neto (Dissidente) e Thiago Romero (Breve Outono Inverno); os de melhor Ator foram Cláudio Machado (O Segredo da Arca de Trancoso), Daniel Moreno (Ovo e Vice e Versa), Igor Epifânio (Entre Nós), Lúcio Tranchesi (Salmo 91) e Urias Lima (Amor Barato); e as mulheres que disputaram o prêmio de melhor Atriz foram Andrea Elia (O Sumiço da Santa), Denise Correia (O Sumiço da Santa), Lia Lordello (Tome Isto ao Coração), Neyde Moura (O Olho de Deus: O Avesso dos Retalhos) e Viviane Laerte (Dissidente).

João Sanches (Entre Nós), Jones Motta (Meia Dúzia de Pepinos), Sônia Robatto (O Olho de Deus: O Avesso dos Retalhos), Gildon Oliveira (Olorum) e Claudio Simões (O Sumiço da Santa) concorreram na categoria de melhor Texto; Bruna Scavuzzi (Atriz de SMS: A Saga da Memória Soteropolitana), George Wladimir (Direção de Mar Morto), Laís Machado (Atriz de O Sumiço da Santa) e Tato Sanches (Ator de Dissidente) disputaram o troféu de Revelação; e Jarbas Bittencourt e Ronei Jorge (Trilha sonora de Amor Barato), Márcio Meirelles (Cenografia de Drácula), Ricardo Caian (Trilha sonora de Dissidente), Rino Carvalho (Figurino de Amor Barato) e Rodrigo Frota (Cenografia de Dissidente) foram os indicados à Categoria Especial.

A comissão julgadora de 2012, composta por Celso Jr., Deolinda Vilhena, Gideon Rosa, João Perene e Paulo Atto, premiou Rino Carvalho na Categoria Especial; João Sanches com o melhor Texto; Igor Epifânio como melhor Ator; Vivianne Laert como melhor Atriz; Gordo Neto como melhor Direção; George Vladimir como Revelação; e os espetáculos O Segredo da Arca de Trancoso (infanto-juvenil) e Entre Nós – Uma Comédia Sobre Diversidade (adulto).

2014


Na edição realizada em 2014, correspondente aos indicados de 2013, o grande homenageado do Prêmio Braskem de Teatro foi o ator baiano Lázaro Ramos. Nessa edição, a direção do projeto ficou a cargo de Paulo Dourado, que encarou a missão pela segunda vez. Já a comissão julgadora foi formada por Adelice Souza, Carlos Nascimento, Hebe Alves, Cássia Lopes e Fernando Marinho.

A lista de indicados contou com Casulo, Destinatário Desconhecido, Éramos Gays, Longa Jornada Noite Adentro e Três Versões da Vida na categoria de Espetáculo Adulto; A História Que A Manhã Contou ao Tempo, Barrinho, Legal TchanTchanTchan, O Menino Detrás das Nuvens e Os Saltimbancos da Esperança na categoria Espetáculo Infanto-juvenil; Ilma Nascimento e Agamenon Abreu (A Ave), Paulo Atto (A Conferência), Ângelo Flávio (Casulo), Fausto Soares (Eu Sou Um Dom Quixote) e Vinicius Morais (Solo Almodóvar) na categoria Texto; Ewald Hackler (Três Versões da Vida), Fernanda Paquelet (Barrinho), Harildo Deda (Longa Jornada Noite Adentro), Luis Alonso (A Conferência) e Zeca de Abreu (Destinatário Desconhecido) na categoria Diretor; e Igor Epifânio, Jacyan Castilho, Paula Lice e Cacilda Povoas (Concepção e realização de Um Piano, O Bolero e A Galinha), Eduardo Tudella (Iluminação e cenografia de Longa Jornada Noite Adentro), Gerônimo Santana (Direção musical de Éramos Gays), Rodrigo Frota (Cenografia de A Capivara Selvagem) e Zuarte Jr. e Agamenon Abreu (Cenografia e figurino de A Ave) na Categoria Especial.

Já o prêmio de melhor Ator foi disputado por Ângelo Flávio (Casulo), Cláudio Machado (Destinatário Desconhecido), Fábio Vidal (Joelma), Kadu Veiga (Nunca Nade Sozinho) e Wanderley Meira (Longa Jornada Noite Adentro); e o de melhor Atriz por Joana Schnitman (Longa Jornada Noite Adentro), Kátia Leal (FicVeiFicLegal), Luiza Prosérpio (Três Versões da Vida), Márcia Andrade (Três Versões da Vida) e Simone Brault (Solo Almodóvar). Os selecionados para o troféu de Revelação foram Denise Correia (Atriz de Legal Tchan TchanTchan), LP Nolasco (Ator em Eu Sou Um Dom Quixote), João Victor Sobral (Ator em Eu Sou Um Dom Quixote), Amaurih Oliveira (Ator em Éramos Gays) e Fausto Soares (Direção de Eu Sou Um Dom Quixote).

Os vencedores dessa edição foram Eduardo Tudella na Categoria Especial; Ângelo Flávio pelo melhor Texto; Cláudio Machado como melhor Ator; Joana Schinitman como melhor Atriz; Harildo Déda pela melhor Direção; Amaurih Oliveira como Revelação; e os espetáculos Barrinho (infantil) e Longa Jornada Noite Adentro (adulto) foram eleitos os melhores do ano.

2015


Fernando Guerreiro voltou a dirigir o Prêmio Braskem de Teatro na cerimônia correspondente aos indicados de 2014. Nesse ano, a Companhia Baiana de Patifaria criada por Moacir Moreno e Lelo Filho e a atriz Maria Adélia foram as estrelas homenageadas da noite. A novidade dessa edição ficou por conta da estreia da categoria Espetáculo do Interior, que selecionou peças de outras cidades baianas.

As montagens nominadas na premiação foram As Confrarias, Bartolomeus, Compadre de Ogum, Exu, A Boca do Universo e Quarteto para Espetáculo Adulto; Bonde do Ratinhos, O Circo de Só Ler, Para o Menino-Bolha e Pumm- Por Um Mundo Melhor para Espetáculo Infanto-juvenil; e Algaravias – O Marujeiro da Lua (Jequié), Exu, a Boca do universo (Alagoinhas), Gonzaga – Da Nascente à Foz (Paulo Afonso), O Circo de Soleinildo (Vitória da Conquista) e Maria Minhoca(Feira de Santana) para a nova categoria Espetáculo do Interior. Na categoria de melhor Texto, os concorrentes foram Andrea Elia e Elisio Lopes Jr (A Caixa Não de Pandora), Gerson Guimaraes (O Circo de Só Ler), Lelo Filho (Fora da Ordem), Paula Lice (Para o Menino-Bolha) e Teatro Base - Brisa Morena, Diego Alcântara, Diego Pinheiro, Laís Machado e Lara Duarte (A Bunda de Simone); a disputa de melhor Diretor contou com Edvard Passos (Compadre de Ogum), Fernanda Julia (Exu – a Boca do Universo), Gil Vicente (Quarteto), Paula Lice (Para o Menino-Bolha) e Paulo Cunha (As Confrarias); e na Categoria Especial os selecionados foram Eduardo Tudella (Cenografia e iluminação de Quarteto), Erick Saboya (Cenografia de A Bunda de Simone), Ray Gouveia (Trilha sonora de Bonde dos Ratinhos, Thiago Romero (Cenário, figurino e maquiagem de Exu – A boca do Universo) e Zuarte Jr. (Cenografia e figurino de O Circo de Só Ler).

A categoria Ator teve como indicados Danilo Caio (Bartolomeus e Compadre de Ogum), Fernando Neves (Volta ao Lar), Marcelo Praddo (Quarteto), Wanderley Meira (As Confrarias) e Zé Carlos Jr. (Compadre de Ogum); já a categoria de melhor Atriz teve Cyria Coentro (Love), Jacyan Castilho (As Confrarias), Márcia Andrade (A Gaivota), Sonia Leite (Fora de Casa) e Vivianne Laerte (As Confrarias); por fim, a categoria Revelação foi concorrida por Evana Jeyssan (Atriz em As Confrarias), Frank Magalhães (Direção de Vento da Cruviana), Leandro Villa (Ator em Compadre de Ogum), Sulivã Bispo (Ator em Compadre de Ogum) e Wallas Moreira (Ator em As Confrarias).

A comissão de jurados que ficou responsável por definir os vencedores foi integrada por Antrifo Sanches, Claudio Cajaiba, Euro Pires, Rosa Villas Lobos e Teresa Costa Lima, que escolheu como vencedores Erick Saboya na Categoria Especial; Paulo Lice por melhor Texto; Wanderley Meira como melhor Ator e Cyria Coentro como melhor Atriz; Edvard Passos como melhor Diretor; e Evana Jeyssan como Revelação. Os espetáculos premiados foram O Circo de Só Ler (infanto-juvenil), As Confrarias (adulto) e Algaravias – O Marujeiro da Lua (do Interior).

2016


Irma Vidal recebe troféu na Categoria Especial (foto: Arquivo Correio)

O Prêmio Braskem de Teatro 2015 teve convidados muito especiais. A homenagem especial da noite foi, pela primeira vez, composta por personalidades de dentro e de fora das artes cênicas. O cenógrafo, diretor teatral e fundador do Teatro Martim Gonçalves Eros Martim Gonçalves foi lembrado em um tributo póstumo. Além dele, o professor da faculdade de medicina da Universidade Federal da Bahia Dr. Antonio Nery, o diretor geral e coreógrafo do Balé Folclórico da Bahia Vava Botelho, o antropólogo e historiador Luiz Mott, a superintendente das Obras Sociais Irmã Dulce Maria Rita Pontes e a Iyalorixá do Ilê Axé Opó Afonjá Mãe Stella tiveram suas vidas, carreiras e contribuições a comunidade celebradas na cerimônia. A direção do evento contou, mais uma vez, com o comando de Elisio Lopes Jr. e teve como comissão julgadora os profissionais Cristina Leifer, Eliana Pedroso, Jorge Alencar, Marcos Uzel e Rose Lima.

Entre os indicados, Bululu, Campo de Batalha, Castelo da Torre, Erê e Sade na categoria Espetáculo Adulto; A Máquina que Dobra o Nada, O Pequeno Imperador e Paco e o Tempo como Espetáculo Infanto-juvenil; Aldri Anunciação (Campo de Batalha), André Luis Silva (Escavadores), Gil Vicente Tavares (Sade), Hayaldo Copque (Área Comum ou Os Cães Farejam o Medo) e Marcus Barbosa (Efeito Werther) por melhor Texto; e Fernanda Julia e Zebrinha (Erê), Elisa Mendes (Ave de Areia), Gil Vicente Tavares (Sade), Márcio Meirelles e Lázaro Ramos (Campo de Batalha) e Meran Vargens (O Castelo da Torre) por melhor Direção.

Danilo Cairo (Bululu), Felipe Benevides (Canto Seco), João Guisande (Bululu), Thalis Castro (Por Que John Cage?) e Wanderley Meira (Sade) concorreram a melhor Ator; e Márcia Andrade (Nossa Cidade), Diana Ramos (Castelo da Torre), Thais Laila (Nossa Cidade), Laura Sarpa (Ave de Areia) e Mariana Freire (Canto Seco) disputaram o prêmio de melhor Atriz. Já Edielson de Deus (Ator em Esgoto de Deus), Leonardo Teles (Ator em A Comédia Humana e Paco e O Tempo), Monica Santana (Atriz e criação em Isto Não é Uma Mulata), Raissa Bonfim (Atriz e criação em Ofélia) e Sandro Souza (Direção em A Cidade do Circo dos Dias Iguais) foram selecionados ao prêmio Revelação; e A Outra Cia de Teatro (Intervenção urbana em Ruína de Anjos), Fernanda Bezerra (Produção de Sade), Irma Vidal (Iluminação de Efeito Werther), Ray Gouveia (Trilha de Paco e o Tempo) e Rino de Carvalho Inácio (Figurino e maquiagem em Sade, Canto Seco, Circo das Pulgas e Castelo da Torre) pela Categoria Especial.

Os grandes laureados da noite foram Irma Vidal na Categoria Especial; Gil Vicente pelo melhor Texto, Danilo Cairo e João Guisande – pela primeira vez – dividiram o prêmio de melhor Ator; Marcia Andrade conquistou o prêmio de melhor Atriz; Meran Vargens de melhor Direção; e Monica Santana de Revelção do ano. As montagens premiadas foram A Máquina que Dobrava o Nada (infanto-juvenil) e Bululu (adulto).

2017


Prêmio de Teatro Braskem 2016 (Foto: Betto Jr./arquivo Correio)

O Prêmio Braskem de Teatro 2016, realizado no ano passado, homenageou a atriz e diretora Nadja Turenko – que faleceu em 2016 – e o ator Fernando Fulco em uma cerimônia que foi, novamente, dirigida por Márcio Meirelles. Já na comissão, a responsabilidade da avaliação ficou com Bertho Filho, Gordo Neto, Hilda Nascimento, Jackson Costa e Katia Borges.

Entre os indicados estavam: Dark Times (ou a Santa Joana Vive nos Matadouros), Laudamuco – Senhor de Nenhures, Mágico Mar, Malva Rosa e Rebola na categoria de Espetáculo Adulto; Avesso, Inventa Desinventa, O Cordel De Maria Cin-Derg-Ela e Pindorama na categoria Espetáculo Infanto-juvenil; e João Sanches (Egoptrip), Marcio Meirelles (Por Romeu & Julieta), Paulo Cunho (Dark Time - Ou A Santa Joana Vive Nos Matadouros), Rino De Carvalho (Mágico Mar) e Thiago Romero (Rebola) por melhor Direção.

Danilo Cairo (A Prole Dos Saturnos, Laudamuco – Senhor De Nenhures e Narcissus), Igor Epifânio (Egotrip), João Guisande (Laudamuco – Senhor De Nenhures E Malva Rosa), Sulivã Bispo (Kaiala, Rebola e Romeu & Julieta) e Wanderley Meira (Dark Time - Ou A Santa Joana Vive Nos Matadouros) disputaram o prêmio de melhor Ator; Alethea Novaes (Mas Não Ande Nua Por Aí Em Pelo), Claudia Di Moura (O Galo), Eddy Veríssimo (Sobejo), Simone De Araujo (Mágico Mar) e Uerla Cardoso (A Pele) por melhor Atriz; Daniel Arcades (Rebola), Fernando Santana (Sobre a Pele), Gildon Oliveira (Avesso), João Sanches (Egotrip) e Joyce Aglae (Mágico Mar) concorreram a melhor Texto; Alisson De Sá (Direção De Malva Rosa), Fernanda Beltrão (Atriz em Laudamuco – Senhor De Nenhures), Fernando Santana (Direção de Sobre a Pele), Marcos Lobo (Direção de Maçã) e Ridson Reis (Direção de O Container) pela categoria Revelação; e Agamenon De Abreu (Cenário, Figurino s Adereços de Espetáculo Avesso), Maurício Pedrosa (Desenho De Cenário de Espetáculo Mágico Mar), Uerla Cardoso e Danilo Lima (Preparação Corporal de Espetáculo Maçã) e Rino De Carvalho (Figurino de Espetáculo Mágico Mar) pela Categoria Especial.

Os grandes vencedores da edição foram Mauricio Pedrosa pela Categoria Especial; Daniel Arcades por melhor Texto; Igor Epifânio por melhor Ator; Simone de Araújo por melhor Atriz; Rino Carvalho por melhor Direção; Alisson de Sá por Revelação e os espetáculos Avesso (infanto-juvenil) e Rebola (Adulto) como os melhores do ano.